O escritório

Um escritório pequeno, por decisão

Risco não se elimina; se enxerga, se mede e se escolhe.

Manifesto

Um escritório pequeno, por decisão

Somos uma boutique de direito privado. Trabalhamos com empresas de médio porte cujo crescimento depende de contratos bem feitos, de conflitos bem conduzidos e de uma sociedade que consiga decidir. Nossa carteira é curta porque o modelo exige presença de sócio em cada caso, do primeiro diagnóstico ao encerramento.

Quem nos procura não busca opinião jurídica — busca decisão. Antes de opinar, reconstruímos os fatos e os documentos; depois, medimos a exposição; por fim, apresentamos as alternativas com o que cada uma custa e o que cada uma pede de você. Quem escolhe é quem responde pela empresa. Nosso trabalho é fazer com que a escolha seja informada, e não adiada.

Não somos um escritório de volume, nem de tese pronta. Prometemos método, prazo e presença — esses, sim, são nossos.

Nossos valores

01

Clareza que conclui

Todo parecer nosso termina em uma recomendação. Se houver mais de um caminho defensável, dizemos qual escolheríamos e por quê.

02

Risco medido, nunca prometido

Apresentamos exposição em faixas, com a evidência que a sustenta.

03

Prevenção antes da disputa

Quando prevenir é mais barato do que discutir, dizemos isso — mesmo quando a disputa seria o maior trabalho para nós.

04

Senioridade presente

O sócio que analisa o caso é o sócio que conduz a reunião. Não há repasse para uma camada anônima depois da contratação.

05

Discrição como método

Não nomeamos clientes, não narramos casos e não usamos o seu problema como material. Sigilo não é cortesia, é técnica.

06

Continuidade do negócio como critério final

Entre duas soluções juridicamente válidas, recomendamos a que mantiver a empresa operando.

Filosofia

Por que Hermes do Porto

Em todo porto existe um profissional que sobe a bordo justamente no trecho mais difícil da viagem: o canal de acesso. Ele conhece a profundidade, a corrente e a manobra que aquele lugar exige, conduz a passagem e desce quando o navio está atracado. Não assume a embarcação e não decide a rota — o comando permanece com quem é dono dela.

É exatamente essa a relação que buscamos com quem nos contrata. Entramos no trecho de risco, com conhecimento do canal e responsabilidade pela manobra; a direção do negócio continua sendo sua, do começo ao fim.

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